Roberta Bazilli

Região Vulcânica do Estado de SP · São Paulo

Roberta Bazilli

Sítio Boa Vista do EnganoParceiro há 1 mês

Sobre o produtor

O café faz parte da família Bazilli desde 1916. É tempo, viu?

Roberta é a quinta geração dessa história. Cresceu entre cafezais e poderia simplesmente ter seguido o caminho que já estava ali. Mas quis entender tudo: da planta à torra, do grão à xícara.
Hoje, no Sítio Boa Vista do Engano, em Caconde, ela produz, seleciona, prova e torra os próprios cafés. É Q Grader e mestre de torra. Traduzindo: conhece a lavoura, entende a xícara e sabe como fazer cada café mostrar o que tem de mais gostoso.

E ela manda bem. Bem mesmo.
Foi vice-campeã do Torrefação do Ano Brasil 2024 e ficou em segundo lugar no Concurso Internacional de Torra Brasil × Japão 2025. Em 2023, seus cafés também conquistaram o segundo lugar na categoria Cereja Descascado e o quarto na categoria Natural do Concurso da Região Vulcânica.
Mas calma que essa história fica ainda melhor.

Na colheita de 2018, Theo tinha só três anos quando começou a se interessar pelo café. Primeiro veio a curiosidade. Depois, a vontade de acompanhar a mãe, entender os grãos e colocar a mão na massa — ou melhor, no café.

Desse encontro nasceu o Dino Coffee, a marca que Theo criou com Roberta juntando duas paixões: café e dinossauros. :)

Hoje, aos 11 anos, ele acompanha a produção, estuda café e já se aventura na torra, sempre com a mãe por perto. Até a embalagem do Dino Coffee já foi premiada: ficou em segundo lugar no Espresso Design 2024, entre mais de 80 projetos avaliados durante a Semana Internacional do Café.
Ou seja: tem quinta geração cuidando da safra e sexta geração aprendendo a torrar.
E foi de lá que veio o nosso café de setembro.

Um Mundo Novo natural que lembra chocolate ao leite antes mesmo do primeiro gole. Depois aparecem castanhas, fava de baunilha e mel. O corpo é equilibrado e o sabor continua por um tempão depois da xícara.

Doce, gostoso e daquele tipo que você termina pensando: será que ainda tem mais?
Tem mais de cem anos de história, uma mãe que entende muito de café, um filho que começou cedo e uma xícara que dá vontade de tomar.

Pode fazer. Essa história é boa de beber.